segunda-feira, 7 de março de 2011

COMO IMPLANTAR UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA EMPRESA: SUGESTÃO SEM IMPOSIÇÃO


O trabalho em causa aborda a prática esportiva na empresa, expediente existente há muito tempo em países da Europa e da Ásia, posteriormente adotado pelos Estados Unidos, chegando ao Brasil na segunda metade do século passado, particularmente na região Sudeste e Sul – São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. O modelo foi adotado, mais tarde, no Rio de Janeiro, como uma forma de proporcionar lazer e atividade física ao corpo funcional da empresa, desde o executivo até o simples contínuo, muitas vezes estendendo este benefício aos familiares. Neste trabalho, procedemos a uma sugestão, em forma de proposta, cujo aproveitamento pode variar de acordo com as características da instituição, sem que estejamos oferecendo um projeto, cuja elaboração necessitaria, obviamente, de maior detalhamento, o que não é o caso desta proposta. Digamos que seja uma intenção de projeto.


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quarta-feira, 2 de março de 2011

OS RISCOS QUE O SEDENTARISMO PODE TRAZER.




Os componentes de um estilo de vida saudável é a soma de uma alimentação saudável mais a prática de atividades físicas. Mas por que é tão importante praticar atividades físicas? A importância está no fato de repercussões positivas na saúde que essa prática proporciona, tais como :

•Diminuição do risco de doenças do coração
•Combate a obesidade
•Diminui o stresse
•Combate o surgimento de câncer de mama e cólon
•Diminuição do risco de hipertensão arterial
•Reduz o risco do surgimento do diabetes
•Auxilia na redução do colesterol


Algumas pessoas não gostam de frequentar academias, porém algumas medidas simples como:

•Preferir escadas ao invés de elevador;
•Andar à pé pelo bairro durante 30 minutos por dia;
•Usar transporte coletivo ao invés de carro;entre outras medidas, podem auxiliar no combate ao sedentarismo.


O sedentarismo aliado a uma mal alimentação contribui para o surgimento de diversas doenças como hipertensão arterial, colesterol ruim elevado, diabetes, obesidade e doenças do coração.
Antes de iniciar qualquer tipo de atividade física é importante consultar um médico e ficar atento às suas condições de saúde.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE PARA PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIENCIA.




Esse é um tema que vem sendo abordado diariamente em meio ao nosso cotidiano. Em um país onde o esporte está assumido cada vez mais um importante papel na sociedade é importante se mostrar qual a importância que ele assume para as pessoas que portam algum tipo de deficiência .

1º: O esporte melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora, o equilíbrio e o repertório motor.
2º: No aspecto social, o esporte proporciona a oportunidade de sociabilização entre pessoas com e sem deficiências, além de torná-lo mais independente no seu dia a dia. Isso sem levar em conta a percepção que a sociedade passa a ter das pessoas com deficiência, acreditando nas suas inúmeras potencialidades.
3º: No aspecto psicológico, o esporte melhora a autoconfiança e a autoestima, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.

Vale salientar que o esporte é muito importante para essas pessoas,pois é através dele que se é mostrado um sentimento de que tudo é possível dentro de algumas limitações e adaptações para execução daquilo que se deseja fazer ou praticar”.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

VOLEIBOL


Falaremos de um esporte cujas seleções masculina e feminina brasileiras estão entre as melhores do mundo. Ao contrário da primeira impressão, não é de futebol que se trata esse texto, mas sim do voleibol. O Voleibol é um esporte executado em uma quadra com duas equipes separadas por uma rede, e seu objetivo é colocar a bola no chão da equipe adversária. Para isso, a sua principal característica é o uso das mãos. Atualmente, o vôlei é bastante praticado em escolas e nas ruas, o que mostra uma popularidade considerável desse esporte.

Foi criado em um clube nos Estados Unidos – a Associação Cristã de Moços – por William George Morgan. Para isso, ele procurou mesclar elementos do tênis com algumas coisinhas do basquete, resultando no voleibol. As primeiras regras foram apresentadas em 1897 e permitiam que esse esporte fosse praticado em locais abertos, como parques e praias, e em locais fechados, como quadras e ginásios. Nessa época, não havia limitações para o número de pessoas em quadra, mas a indicação era para manter a bola em movimento sobre uma rede de um lado para outro da quadra, misturando mesmo o tênis com o basquetebol. Iniciava-se a partida jogando a bola para o lado da quadra adversária e, sem que o adversário deixasse cair a bola no chão, eles deviam devolvê-la, até que alguém deixasse a bola cair. A bola no chão da quadra adversária equivalia a um ponto para o seu time.

As regras oficiais de hoje definem que cada equipe deve ser composta por seis jogadores em cada time. Um time inicia a partida sacando e ao adversário é permitido que dê três toques na bola antes de devolvê-la. Ganha o jogo quem ganhar primeiro três sets, com 25 pontos cada um. Sobre a estrutura oficial, deve-se dizer que a quadra é retangular com dimensões de 18m x 9m. A bola é feita em couro e apresenta massa aproximada de 270 gramas.

Como se viu, o objetivo do voleibol sempre foi impedir que a bola encostasse no chão de sua parte da quadra, por isso é necessário rebatê-la usando o corpo, principalmente os membros superiores. Isso leva a compreender que as principais habilidades utilizadas nesse esporte são: saltar, correr, lançar e rebater. Ou seja: para chegar à bola é preciso correr; para cortar a bola durante um ataque é preciso saltar; para colocar a bola em jogo (sacar) é preciso lançar; e para devolver a bola à quadra adversária é preciso rebater. Mas outras habilidades são específicas desse esporte e devem ser desenvolvidas pelo professor de Educação Física: bloqueio, saque, manchete e toques.

Os principais fundamentos do voleibol são:

- Manchete: as pernas devem estar afastadas até a largura dos ombros e levemente flexionadas, com uma perna à frente da outra e os braços devem ser unidos pelas mãos sobrepostas, estendidos à frente do corpo. A bola deve ser rebatida com os antebraços, o que permite que ela seja amortecida e tome outra direção;

- Toque: As pernas devem estar abertas na largura dos ombros e semiflexionadas. Os braços também devem estar semiflexionados, direcionados acima da cabeça e a frente do corpo. O contato das mãos com a bola dar-se-á delicadamente por meio da parte interna dos dedos;

- Saque: O movimento inicial deve acontecer com os pés em paralelo e a perna contrária ao braço que irá bater na bola deve ficar à frente. A bola deve ser segurada à frente da mão que fará o saque, enquanto o braço de ataque se movimenta de trás e cima para golpear a bola;

- Cortada: trata-se de uma rebatida de bola, caracterizada pela alta velocidade em que atinge a quadra adversária.

Agora é só jogar você também!

Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

LUTAS NA INFANCIA: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA


As lutas, jogos de oposição, esportes de combates, existem desde o início dos tempos
em todas as civilizações. Nos dias de hoje esse contexto faz parte das disciplinas curriculares em
nível universitário o qual é visto como um instrumento pedagógico na formação da criança. O
presente estudo tem por objetivo propor uma reflexão no que concerne a prática das lutas na
infância, bem como pontuar princípios pedagógicos que devem fazer parte da formação dos
profissionais de Educação Física envolvidos com o bloco de conteúdos denominado lutas. A
metodologia utilizada foi descritiva, baseada numa revisão de literatura com ênfase nos
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s). A Cultura Corporal do Movimento propõe uma
diversidade de práticas e de manifestações culturais. Nesta direção, algumas observações foram
feitas em relação aos objetivos atitudinais que devem direcionar as práticas pedagógicas na busca
de uma mudança paradigmática. Para tanto, para que se possam trabalhar as lutas na faixa etária
compreendida entre 7 e 12 anos, são necessárias à busca de uma pedagogia diferenciada,
voltada para solução de problemas, onde a grande a vitória será o desenvolvimento do aluno na
formação integral do individuo.
Palavras chaves: PCN’s, lutas; reflexão pedagógica, paradigma, competição.



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